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Caros Alunos,

Segue link dos exercícios de nossas primeiras aulas, bem como modelo para lançamentos de despesas e receitas pessoais:

00_Caixa_pessoal

01_Exercicio_1_e_2

02_Exercicio_3

03_Exercício_4_e_5

Bom trabalho

Prezados alunos do 3CTM_C – 3CTM_M – 2CTM_F

Estaremos usando esta categoria para as três turmas de CUSTOS INDUSTRIAIS.

Segue material da disciplina: Custos Industriais

2CTM_A – Aula 4 (19/09/09)

Aproveito este último post da turma, para agradecer a atenção e dedicação por vocês dispensada na disciplina.

Foram momentos importantes, como a prova realizada no dia 19/09/09 – foto abaixo.

IMGP1403

IMGP1404

Como combinamos segue abaixo o e-mail dos colegas da turma 2 CTM – A.


email

Valeu...

A Origem da Corrupção

O Brasil não é um país intrinsecamente corrupto. Não existe nos genes brasileiros
nada que nos predisponha à corrupção, de desterrados portugueses. A Austrália, que foi
colônia penal do império britânico, não possui índices de corrupção superiores de outras
nações. Nós brasileiros não somos nem mais nem menos corruptos que os japoneses, que a
cada par de anos têm um ministro que renuncia diante de denuncias de corrupção.
Somos, sim, um país onde a corrupção, pública e privada, é detectada somente
quando chega a milhões de dólares e porque um irmão, um genro, um jornalista ou alguém
botou a boca no trombone, não por um processo sistemático de auditoria. As nações com
menor índice de corrupção são as que têm o maior numero de auditores e fiscais formados e
treinados. A Dinamarca e a Holanda possuem 100 auditores por 100.000 habitantes. Nos
países efetivamente auditados, a corrupção é detectada no nascedouro ou quando ainda é
pequena. O Brasil, país com um dos mais elevados índices de corrupção, segundo o World
Economic Forum, tem somente oito auditores por 100.000 habitantes, 12.800 auditores no
total. Se quisermos os mesmos níveis de lisura da Dinamarca e da Holanda, precisaremos
formar e treinar 160.000 auditores.
Simples. Uma das maiores universidades do Brasil possui hoje 62 professores de
economia, mas só um de auditoria. Um único professor para formar os milhares de fiscais,
auditores internos, auditores externos, conselheiros de tribunais de contas, fiscais do banco
central, fiscais da CVM e analistas de controles internos que o Brasil precisa para combater
a corrupção.
A principal função do auditor nem é a de fiscalizar depois do fato consumado, mas a
de criar controles internos para que a fraude e a corrupção não possam sequer ser
praticadas. Durante os anos de ditadura, quando a liberdade de imprensa e a auditoria não
eram prioridade, as verbas da educação foram redirecionadas para outros cursos. Como
conseqüência, aqui temos doze economistas formados para cada auditor, enquanto nos
Estados Unidos existem doze auditores para cada economista formado. Para eliminar a
corrupção teremos de redirecionar rapidamente as verbas de volta ao seu devido destino,
para que sejamos uma nação que não precise depender de dedos-duros ou genros que botam
a boca no trombone, e sim de profissionais competentes com uma ética profissional
elaborada.
Países avançados colocam seus auditores num pedestal de respeitabilidade e de
reconhecimento público que garante a sua honestidade. Na Inglaterra, instituíram o
Chartered Accountant . Nos Estados Unidos, eles têm o Certified Public Accountant. Uma
mãe inglesa ou americana sonha com um filho médico, advogado ou contador público. No
Brasil, o contador público foi substituído pelo engenheiro.
Bons salários e valorização social são os requisitos básicos para todo sistema funcionar,
mas no Brasil estamos pagando e falando mal de nosso fiscais e auditores e nem ao menos
treinamos nossos futuros auditores. Nos últimos nove anos, os salários dos nossos auditores
públicos e fiscais tem sido congelados e seus quadros, reduzidos uma das razões do
crescimento da corrupção. Como o custo da auditoria é muito grande para ser pago pelo
cidadão individualmente, essa é uma das poucas funções próprias do Estado moderno.
Tanto a auditoria como a fiscalização, que vai dos alimentos a segurança de aviões até os
direitos do consumidor e aos direitos autorais.
O capitalismo remunera quem trabalha e ganha, mas não consegue remunerar quem
impede o outro de ganhar roubando. Há quem diga que não é o papel do Estado produzir
petróleo, mas ninguém discute que é sua função fiscalizar e punir quem mistura água ao
álcool. Não serão intervenções cirúrgicas ( leia-se CPIs) nem remédios potentes (leia-se
códigos de ética) que irão resolver o problema da corrupção no Brasil. Precisamos da
vigilância de um poderoso sistema imunológico que combata a infecção no nascedouro,
como acontece nos países considerados honestos e auditados. Portanto, o Brasil não é um
país corrupto. É apenas um país pouco auditado.
Stefen Kanitz
Texto reproduzido da revista Veja de 02/06/1999 p. 21

O texto abaixo foi reproduzido da revista Veja de 02/06/1999 p. 21 de Stefen Kanitz, o qual possui o blog O Brasil que da certo“.

O Brasil não é um país intrinsecamente corrupto. Não existe nos genes brasileiros nada que nos predisponha à corrupção, de desterrados portugueses. A Austrália, que foi colônia penal do império britânico, não possui índices de corrupção superiores de outras nações. Nós brasileiros não somos nem mais nem menos corruptos que os japoneses, que a cada par de anos têm um ministro que renuncia diante de denuncias de corrupção.

Somos, sim, um país onde a corrupção, pública e privada, é detectada somente quando chega a milhões de dólares e porque um irmão, um genro, um jornalista ou alguém botou a boca no trombone, não por um processo sistemático de auditoria. As nações com menor índice de corrupção são as que têm o maior numero de auditores e fiscais formados e treinados. A Dinamarca e a Holanda possuem 100 auditores por 100.000 habitantes. Nos países efetivamente auditados, a corrupção é detectada no nascedouro ou quando ainda é pequena. O Brasil, país com um dos mais elevados índices de corrupção, segundo o World Economic Forum, tem somente oito auditores por 100.000 habitantes, 12.800 auditores no total. Se quisermos os mesmos níveis de lisura da Dinamarca e da Holanda, precisaremos formar e treinar 160.000 auditores.

Simples. Uma das maiores universidades do Brasil possui hoje 62 professores de economia, mas só um de auditoria. Um único professor para formar os milhares de fiscais, auditores internos, auditores externos, conselheiros de tribunais de contas, fiscais do banco central, fiscais da CVM e analistas de controles internos que o Brasil precisa para combater a corrupção.

A principal função do auditor nem é a de fiscalizar depois do fato consumado, mas a de criar controles internos para que a fraude e a corrupção não possam sequer ser praticadas. Durante os anos de ditadura, quando a liberdade de imprensa e a auditoria não eram prioridade, as verbas da educação foram redirecionadas para outros cursos. Como conseqüência, aqui temos doze economistas formados para cada auditor, enquanto nos Estados Unidos existem doze auditores para cada economista formado. Para eliminar a corrupção teremos de redirecionar rapidamente as verbas de volta ao seu devido destino, para que sejamos uma nação que não precise depender de dedos-duros ou genros que botam a boca no trombone, e sim de profissionais competentes com uma ética profissional elaborada.

Países avançados colocam seus auditores num pedestal de respeitabilidade e de reconhecimento público que garante a sua honestidade. Na Inglaterra, instituíram o Chartered Accountant . Nos Estados Unidos, eles têm o Certified Public Accountant. Uma mãe inglesa ou americana sonha com um filho médico, advogado ou contador público. No Brasil, o contador público foi substituído pelo engenheiro.

Bons salários e valorização social são os requisitos básicos para todo sistema funcionar, mas no Brasil estamos pagando e falando mal de nosso fiscais e auditores e nem ao menos treinamos nossos futuros auditores. Nos últimos nove anos, os salários dos nossos auditores públicos e fiscais tem sido congelados e seus quadros, reduzidos uma das razões do crescimento da corrupção. Como o custo da auditoria é muito grande para ser pago pelo cidadão individualmente, essa é uma das poucas funções próprias do Estado moderno.

Tanto a auditoria como a fiscalização, que vai dos alimentos a segurança de aviões até os direitos do consumidor e aos direitos autorais. O capitalismo remunera quem trabalha e ganha, mas não consegue remunerar quem impede o outro de ganhar roubando. Há quem diga que não é o papel do Estado produzir petróleo, mas ninguém discute que é sua função fiscalizar e punir quem mistura água ao álcool. Não serão intervenções cirúrgicas ( leia-se CPIs) nem remédios potentes (leia-se códigos de ética) que irão resolver o problema da corrupção no Brasil. Precisamos da vigilância de um poderoso sistema imunológico que combata a infecção no nascedouro, como acontece nos países considerados honestos e auditados. Portanto, o Brasil não é um país corrupto. É apenas um país pouco auditado.

2CTM_A – Aula 3 (04/09/09)

Caros Alunos,

Chegamos a nossa penúltima aula, nesta iremos concluir o controle estatístico por variáveis e também percorrer a teorização do CEP por atributos.

Segue link para o último trabalho a ser entregue no dia 19/09/09. 3_Trabalho 2CTM_A

Bom trabalho a todos.

As lições de Falconi

Vicente FalconiO Prof. Vicente Falconi, acaba de lançar o seu mais recente livro “O Verdadeiro Poder – Práticas de Gestão que Conduzem a Resultados Revolucionários”, segundo a revista Exame (26/08/09), a obra mostra como estabelecer metas de eficiência e acompanhá-las obstinadamente, para fazer a diferença na gestão das grandes empresas. A obra deve chegar às livrarias em dezembro.

2CTM_A – Aula 2 (28/08/09)

Prezados alunos do 2CTM_A,

Segue abaixo a programação da nossas próximas aulas, conforme combinamos na aula do dia 21/08/09.

Aula 2 – 28/08/09 – Controle Estatístico de Processos por Variáveis

Aula 3 – 04/09/09 – Controle Estatístico de Processos – continuação Variáveis e Atributos

Aula 4 – 19/09/09 (sábado)
8:00 – 8:45 – Explicações sobre o trabalho a ser entregue no dia 30/10/09;
8:45 – 10:00 – Revisão da disciplina;
10:00 – 12:00 – Prova;

Para não perdermos o custume, segue link do trabalho (2_Trabalho 2CTM_A) para ser entregue no dia 04/09/09.

Bom trabalho

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